De primeira eu só vi um braço peludo se mexendo por trás do vidro da banheira quente, a água cheia de espuma escondendo a coroa coroa coroa que eu sabia que era a Vicky Wilfing, a safada mais gostosa que já passou pela minha tela. Minha respiração parou quando o braço sumiu e em segundos a vadia escancarou a porta, completamente nua, a bucetona molhada brilhando com os respingos da água quente que escorria pelos peitões caídos e barriga saracoteada. Ela sentou de pernas abertas na borda da jacuzzi, o dedão já esfregando o clitóris enorme enquanto me encarava com um sorriso de quem sabia exatamente o que eu queria ver. Não teve tempo pra conversa, só agarrei meu pau duro pra caralho e comecei a se masturbar na hora, os gemidos dela enchendo o banheiro enquanto o cheiro de sexo e sabonete barato invadia minhas narinas. Ela abriu mais as pernas, mostrando a xota peluda toda melada, enquanto enfiava dois dedos com força dentro dela e geme alto, chamando meu pau pra dentro daquele buraco quente. Eu não aguentei nem dois minutos, joguei a toalha longe e entrei na água atrás dela, a pica latejando pra caramba enquanto agarrada nos seus peitões durinhos de silicone, a boca louca de Vicky devorando a minha garganta e as mãos dela puxando meu cabelo pra gemer no meu ouvido. Quando ela virou de quatro no fundo da banheira, a bunda empinada com a anal toda molhada, eu meti com tudo sem perder tempo, a porra escorrendo pela perna grossa da coroa coroa enquanto ela gritava que queria gozar com meu pau dentro, a buceta apertando o meu pau como uma prensa. Gozei duas vezes dentro dela, a semente escorrendo pela perna peluda enquanto Vicky se contorcia toda satisfeita, os gemidos abafados nos meus ombros e o cheiro de sexo espalhando pelo banheiro. Quando ela saiu da água, a perna toda molhada de porra, eu só fiquei olhando pra aquele rabo de vaca subindo e descendo enquanto ela se limpava na toalha, a safada ainda gemendo baixinho com os dedos na buceta, aquele pau meu doendo pra meter de novo.