Eu tava no meio da calçada na rua movimentada de Berlim, curtindo o clima frio do outono alemão, quando eu vi ela passando — essa coroa coroa alemã de 40 anos toda produzida, com um puta bundão redondinho saindo da calça jeans justa e uma blusinha apertada mostrando peitão durinho sem sutiã. A primeira vez que os olhos dela encontraram os meus eu percebi aquele jeito safado no olhar, tipo "esse velho tarado alemão quer alguma coisa". Antes que eu pudesse piscar, ela parou na frente meu e falou com voz grossa e cheia de safadeza: "O que você quer, vovô?" — eu nem tive tempo de responder, porque ela já veio com a mão no meu pau duro por cima da calça, apertando forte e perguntando: "Vamos fazer isso aqui mesmo?" Eu não pensava duas vezes, arranquei a calcinha dela pela perna e meti o dedo na bucetinha novinha enquanto ela mordia meu lábio inferior gemendo alto: "ai, caralho, que delícia de dedo". Em dois segundos a coroa coroa já tava ajoelhada no chão gelado da calçada, desabotoando meu cinto e tirando meu pau alemão de 20 cm pra fora, lambendo a cabeça toda antes de enfiar na boca e engolir até a garganta. O pau ficava duro demais, cada vez que ela fazia aquele barulho de engasgo com a garganta apertando meu pau — era a coisa mais gostosa que eu já tinha sentido. Ela se levantou rapidinho, abaixou o jeans e a calcinha da coroa madura e ficou de quatro na calçada suja de Berlim, gritando: "mete esse pau velho no meu cu, vovô, faz eu gozar igual uma vadia". Eu não precisei de muito — dei uns três tapas na bundona dela antes de meter de uma vez, socando com força enquanto ela gritava palavrão alemão e fazia a buceta vazar gozo pra tudo quanto é lado. Gozei tão forte que a porra jorrou dentro da buceta molhada dela e escorreu pra calçada, a coroa coroa ainda gemendo com a voz trêmula e perguntando: "quando a gente faz de novo, vovô?".