Quando a Kelabate ficou sozinha em casa com o marido viajou pra visitar a sogra, eu nem acreditei que a coroa coroa ia me ligar pra fazer um boquete bem na minha cama. Ela chegou de saia curta e blusa apertada, já com os peitões escorrendo pra fora e um sorriso safado no rosto, dizendo que não aguentava mais esperar. Eu nem tive tempo de responder quando ela caiu de joelhos na minha frente, puxou o pau duro pra fora da calça e começou a lamber a glande toda molhada, gemendo que queria engolir cada centímetro. A boca da Kelabate era quente e apertada, a língua fazia círculos na cabeça enquanto ela massageava minhas bolas, até eu começar a socar ela garganta abaixo sem dó. Ela não reclamou, pelo contrário, segurou firme na minha cintura e afundou até engasgar, os olhos lacrimejando enquanto eu gozava grosso na garganta dela. Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, ela se levantou, jogou a saia no chão e mostrou que não usava calcinha, a buceta brilhando toda molhada. Eu nem pensei, abracei ela de costas e meti com força, os peitos da coroa balançando enquanto eu socava sem piedade, ouvindo os barulhos de comida do pau entrando na xota fudida. A Kelabate gritava cada vez que eu acertava o fundo, pedindo mais pau até eu gozar dentro dela sem camisinha, a porra escorrendo pelas pernas escancaradas. Ela caiu na cama exausta, mas eu não dei trégua, virei ela de quatro e enfiei de novo enquanto ela babava no travesseiro, gemendo que queria morrer com meu pau dentro dela. A segunda vez foi ainda mais louca, a coroa pediu anal total e eu não resisti, passei a língua no cu dela pra lubrificar antes de meter devagar até ela gritar que tava doendo mas queria mais. A gente ficou até o sol raiar, a cama toda suja de porra, xota e suor, com ela dizendo que nunca ia esquecer daquele dia sozinha em casa.