A mexicaninha Juangorilla chegou em casa do trabalho, tirou a saia curta e a blusa apertada só pra mim, o namorado dela, e eu já tava duro só de ver o corpinho malhado de curvas todas no lugar certo. Sem perder tempo, ela se ajoelhou no chão da sala, abriu o zíper da minha calça jeans e puxou meu pau duro pra fora, já engrossando na mãozinha dela que nem chegava a envolver tudo. Com um sorriso safado, ela lambeu a cabeça bem devagar, passando a língua mole naqueles furinhos que já tavam escorrendo, enquanto eu enfiava os dedos no cabelo dela e mandava ela fazer igual às putas dos filmes que a gente assiste junto. Ela não precisou de muito incentivo não, engoliu tudo de uma vez até a garganta, fazendo aquele barulho de buceta molhada pra cacete, enquanto eu socava a mão dela na base do pau pra mostrar como é que se faz quando a gente tá com pressa. Daí ela parou, levantou rapidinho, tirou o sutiã minúsculo e ficou só com a calcinha fio dental pra mim, mostrando aqueles peitinhos durinhos que já tavam pedindo pra ser chupados. Sem nem esperar, ela montou em cima de mim no sofá, esfregando a xota molhada na minha rola até a calcinha ficar toda encharcada, e eu tive que puxar o tecido pra lado pra meter logo o pau nela pra ver se eu parava de gemer igual um louco. Quando ela sentou com tudo em cima de mim, a bucetinha dela tava tão apertada que parecia que tava me estrangulando, e eu comecei a socar ela com força pra ver se a gente não quebrava o sofá da raiva. Ela jogou a cabeça pra trás, mordeu o lábio e gritou meu nome enquanto o pau ia e vinha dentro dela, deixando a porra escorrer toda pra fora e molhando até o tapete. Quando eu gozei dentro dela, a gata ainda ficou me montando com a buceta toda suja, pedindo mais pra ver se eu aguentava encher ela de novo, mas eu já tinha certeza que essa vadia me deixou de pau mole pra caralho.