A primeira coisa que vi quando abri a porta foi a Emma toda enroladinha no meu lençol daquela vez — a minha gostosa da vizinhança que vive me provocando com aquele sorrisão safado e a cintura que balança quando ela anda. Tava de lingerie preta bem transparente, os peitões dela quase escapando pra fora, e o cheiro de mulher excitada já subindo no ar. Perguntei o que ela tava fazendo ali tão tarde, mas ela só me puxou pro sofá e cuspiu na palma da mão antes de me agarrar pelo pau duro que já tava quase explodindo na calça. Mal deu tempo de sentir a mão macia dela me masturbando devagar, já tinha jogado a calcinha de lado e enfiado dois dedos na bucetinha molhada dela — a porra toda escorrendo pra palma enquanto eu sentia a carne quente e encharcada. A Emma gemeu alto, jogou a cabeça pra trás e falou pra mim meter logo sem dó, porque ela tava com vontade fazia dias. Puxei ela pra cima de mim no sexo de missionário, com aquelas pernas dela enroladas na minha cintura e os peitões balançando toda vez que eu afundava o pau nela até o talo. Cada investida fazia a bucetinha dela sugar meu pau como se não quisesse mais me soltar, e os gemidos ficavam cada vez mais altos, misturados com palavrões e pedidos pra eu meter mais fundo. Quando senti a respiração dela ficando ofegante e as unhas cravando nas minhas costas, sabia que tava perto — ela gritou meu nome e gozou toda molhada, apertando meu pau com força enquanto eu jogava o leite quente dentro da xota dela. Ficamos os dois suados e sem ar, com a Emma ainda tremendo de prazer e sorrindo toda safada enquanto lambia o pau limpo com a língua.