A vizinha bunduda abre a porta com um sorriso safado, vestindo só a calcinha molhada que mal cobre suas curvas. A gente nem perde tempo, ela já puxa meu pau duro pra dentro da boca e engasga com facilidade enquanto eu seguro sua nuca. Depois, de quatro na cama, mostro porque meu pau é grande demais pra ela — estoco fundo, rasgando sua bocetinha e gemendo junto quando ela pede mais violência. Lamba todo seu rabo carnudo até deixar o cangote todo molhado, então enforco seu pescoço saindo e batendo com força pra essa bunduda tremer toda.